Amizade Feminina Vs Amizade Masculina

Posted Novembro 12, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

Eu vi isso no Vagabundos Iluminados, achei engraçado pra caralho e resolvi postar aqui.

AHiuhauiHAiuhauhauihUah

 

“Duas mulheres se encontram na rua, uma delas saindo do cabeleireiro:

Mulher 1: Olá, querida!!! Você cortou o cabelo?

Mulher 2: Cortei amor! Você não imagina com quem… o Edson, aquele mago da tesoura.

Mulher 1: Maaaraaaviiilhooosooo. Ficou 10 anos mais moça. Essas mechas, que bárbaro! Vou mandar fazer igualzinho. Foram luzes?

Mulher 2: Não menina, é uma técnica nova de clareamento que ele trouxe da Itália. Imagina que… (Meia hora depois…)

Mulher 1: Então tá bom querida. Corre pra casa que teu namorado vai morrer de orgulho da mulher que tem.

Mulher 2: Ai amiga, te adoro! Beijinhos!

Mulher 1 sai pensando: Como essa perua ficou ridícula! Será que ela não se enxerga? Não sei como aquele gato do namorado dela continua com ela. Se der mole eu agarro ele.

Mulher 2 sai pensando: Essa galinha deve estar morrendo de inveja do meu visual. Ainda quer fazer igual, vê se pode! Com aquele cabelo que parece um arame. Nem com implante!

………………………………………

Dois homens se encontram na rua, um deles saindo do barbeiro:

Homem 1 : Opa! E aí seu filha-da-puta? Tava cortando o cabelo né?

Homem 2: Não jacu… tirei pra lavar, aproveitei e deixei a orelha crescer!

Homem 1: Que merda de corte, hein? Tu tá parecendo um viado. O cabelereiro entendeu PRA BICHA ao invés de CAPRICHA é?

Homem 2: É… mas tua mãe gostou.

Homem 1: Falou então!…ah, manda um beijo pra aquela gostosa da tua irmã, viu?

Homem 2: Vai se fuder, seu corno! Até mais!

Homem 1 sai pensando: Esse cara…Gente finíssima!

Homem 2 sai pensando: Adoro esse cara… Muito gente boa…”

(autor desconhecido)

É mano…

Posted Outubro 12, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

caminho_das_indias_juliana_paes_marcia_garcia copy

É dos cabeludos que elas gostam mais

Posted Outubro 8, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

Coisa boba, mas pensando na vida aqui eu tava lembrando na minha época de cabeludo.

Eu tive cabelo comprido desde uns 13,14 anos até os 19. Era uma coisa muuuito ruim de se ver.

Imaginem. Eu nem dava bola pra aparência, então eu era magrinho, cabelão até as costas e me vestia mau pra caralho.

E a coisa que eu mais me lembro era das pessoas dizendo que eu tinha cara de drogado. É sério.

Várias pessoas me diziam na cara assim que eu usava drogas. Mas isso nem me deixava de cara, o que me deixava de cara era o fato de eu nunca ter usado drogas. Sim, eu sou careta pra caralho… hehehe

Lembro que quando eu colocava raybam me chamavam de Raul Seixas também, mas isso não vem ao caso.

O que vem ao caso é que depois de um tempo eu acabei enjoando  do cabelo. Comecei a cuidar mais da minha aparência.

A fase rebelde tinha passado, eu não tinha mais porque me rebelar, tava me dando bem com os meus pais (na verdade eu nem tinha motivos antes também, mas que graça teria um adolescente não-rebelde, hein?) . Cortei os cabelos e nunca mais deixei ficar grande de novo.

Moral da história: Hoje eu tenho cabelo curto e ainda me chamam de cabeludo. Ainda dizem que eu me drogo. E minha família vive dizendo pra mim cortar o cabelo porque tá grande…

Vai entender essa gente.

Quem sou eu?

Posted Outubro 4, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

Primeiro eu fiquei meia hora na frente do computador pensando em algo pra escrever. Depois eu passei meia hora escrevendo um monte de besteira, apagando, escrevendo besteira e apagando de novo.

Aí eu percebi duas coisas:

Uma delas é que escrevo mau pra caralho.

A outra, que eu notei uns minutos depois de escrever a primeira, é que eu escrevo pior do que achei que escrevesse.

Pô, falar sobre a própria vida é um saco. Eu poderia falar sobre a vez em que fui pra outro país sem saber falar a língua dos caras. Ou da vez que pulei de para-quedas, ou quando sai de casa sem nada nos bolsos e acordei bêbado em um quarto com duas mulheres.

Mas seria mentira, então…

Eu queria que os leitores desse blog (mãe, tia, amo vocês :D ) soubessem um pouco mais sobre mim, eu acho…

Bom, meu nome é Thiago e eu tenho 20 anos.  Eu nasci em Pelotas e odeio essa cidade tanto quanto qualquer um de vocês.

Eu era uma pessoa normal até os 17 anos. Revoltado, me vestia de preto, brigava com os meus pais todos os dias, matava aula… um adolescente normal.

Passei por uma época de merda por causa de um amor. É sério, foram dias negros…

Pô, se apaixonar é do caralho,  mas quando tu percebe que fodeu tudo por não conseguir ficar com a boca fechada é foda. Hahaha (O Alexandre sabe do que eu to falando)

Eu falo muito palavrão. Acho que não sobreviveria sem poder mandar alguém a merda. É relaxante pra caralho. É quase uma meditação… Enquanto os monges ficam “auuuuuunnnn”, eu fico “Puta que pariu…”.

Sou louco, isso é certo. Quase não aprendo com os meus erros. Adoro pessoas, adoro conversar, sorvete, pizza, música. Não gosto de estudar e queria ter nascido no velho oeste.

Gamo em cada guriazinha bonitinha que me dá bola. Mesmo sabendo que to errado, ainda acho que existe uma mulher perfeita me esperando por ae.

Queria ter conhecidos os Ramones, Jesus, ter enchido os teletubbies de porrada e ainda vou descobrir como os caras conseguem por as pastas de dente de várias cores todas certinhas uma do lado da outra dentro daquele tubinho.

É isso aí. Acho que é a primeira vez que eu escrevo sobre mim mesmo. Se prestar atenção até que sou um bom partido.

Mas enfim, se alguém ler essa bobageira toda, pode comentar, chingar, ameaçar de processo ai em baixo.

Eu odeio isso aqui.

Um post sobre mim

Posted Outubro 3, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

Daqui a pouco.

ARRISQUE TUDO (é grande, mas leiam… vale a pena)

Posted Outubro 3, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

A vida exige enorme coragem. Os covardes apenas existem, não vivem, porque toda a vida deles é orientada pelo medo, e uma vida orientada pelo medo é pior que a morte. Eles vivem em um tipo de paranóia, eles têm medo de tudo e não apenas das coisas reais, eles temem as coisas irreais também. Eles têm medo do inferno, de fantasmas, de Deus. Temem mil coisas que eles próprios, ou outros como eles imaginaram. O medo é tão grande que quase se torna impossível de viver.

Somente os corajosos podem viver. A coragem é o primeiro passo a ser aprendido. Apesar de todos os medos, temos que começar a viver. E por que é preciso coragem para viver? Porque a vida é insegurança. Se você fica preocupado demais com proteção, você permanecerá confinado em um pequeno cantinho, quase em uma prisão, construída
por você mesmo. Será seguro, mas não será vivo. Não terá aventura, êxtase.

A vida consiste em explorar, entrar no desconhecido, alcançar as estrelas!
Seja corajoso e deposite tudo aos pés da vida; nada mais é valioso. Não sacrifique a sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança; nadas disso tem valor. Cada um deve viver sua vida tão totalmente quanto possível; somente então surge a alegria, somente então o transbordamento da graça divina se torna realmente possível.

Aqueles que realmente desejam viver tem que correr muitos riscos. Tem que se mover sempre no desconhecido, tem que aprender uma das lições mais fundamentais: que não existe lar, que a vida é uma peregrinação – sem começo, sem fim. Sim, existem lugares onde você pode descansar, mas são paradas de uma noite e, pela manhã, você deve partir novamente.

A vida é um momento constante, nunca chega a qualquer fim; é por isso que a vida é eterna.
A morte tem um começo e um fim.
A morte é uma concepção errada. As pessoas criam a morte porque anseiam segurança. É o desejo de segurança e proteção que cria a morte, que o faz temer a vida, que lhe obriga a excitar e a penetrar no desconhecido.

O único elemento da vida é o risco; quanto mais você arrisca, mais você está vivo. E, uma vez que compreenda isso – não por desespero, não por impotência, mas a partir de uma consciência meditativa – uma vez que compreenda isso, você fica arrebatado pela absoluta beleza da possibilidade.

O homem pode receber com desespero o fato de ficar sem lar, mas aí perde-se todo o ponto. Foi aí que o  existencialismo perdeu o ponto da questão. Eles chegaram muito perto; a verdade estava logo adiante. Estavam tão próximos como qualquer Buda, mas aí se perderam.
Ao invés de ficarem felizes, ficaram muito, muito tristes por a vida não ter significado, por a vida não ter objetivo, por a vida não ter segurança. Ficaram muito abalados; isso era perturbador.

Os Budas também chegaram a essa conclusão, mas em lugar de ficarem tristes, eles deram um salto para o conhecimento. Eles ultrapassaram todas as barreiras. Aceitaram isso como a vida. Aceitaram que isso faz parte da própria natureza da vida; não faz sentido sentir-se frustrado. E entenderam como é belo a vida ser insegura, porque então existe a possibilidade de explorar, de inventar, de se deparar com o novo, de ter-se surpresas. Se tudo fosse seguro, certo, não haveria nenhuma emoção.
Os Budas dançaram. Ao verem o inacreditável acontecendo, eles rejubilaram. Jesus diz muitas vezes: “Alegrem-se, alegrem-se”, eu vos digo alegrem-se.

E esse é todo meu ensinamento. Eu não lhe dou uma meta, não lhe dou nem mesmo um censo de direção. Eu simplesmente o torno consciente da facticidade da vida – o que ela é, como ela é. Entre em sintonia com a vida.

Acompanhe-a, sem desejos pessoais, particulares, sem idéias de como a vida deveria ser. Deixe-a como ela é, relaxe.

Suas casas parecem mais sepulturas. Você está preocupado demais com segurança, e isso mata, porque a vida é insegura. É assim! Nada pode ser feito sobre isso; ninguém pode tornar a vida segura. Todas as seguranças são falsas, imaginarias. Uma mulher o ama hoje – amanhã quem sabe? Você pode ir ao cartório e estabelecer um vinculo legal, pelo qual ela continuará sendo sua esposa amanhã. Ela pode continuar sendo sua esposa pelos vínculos legais, mas
o amor pode desaparecer. O amor não conhece lei. E quando o amor desaparece, a esposa permanece esposa, e o marido, marido, então existe uma morte entre eles.

Por causa da segurança, criamos o casamento.
Por causa da segurança criamos a sociedade. Por causa da segurança sempre percorremos um caminho já aberto.
A vida é selvagem. O amor é selvagem. E Deus é absolutamente selvagem. Ele jamais vira ao seus jardins, eles são demasiado humanos. Jamais virá para suas casas, elas são demasiado pequenas. Jamais será encontrado nos seus caminhos que estão prontos.
Ele é selvagem.
Lembre-se, a vida é selvagem.

Arrisque tudo.

Osho: Vida, amor e Riso.

Michael Jackson morreu pelos seus pecados

Posted Junho 27, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria

Nunca se esqueça disso, filho.

Agora vá dormir.

Sinto muito, mas o que você procura não está aqui.

Posted Abril 8, 2009 by Spider Jerusalem
Categories: Sem categoria